"Que se sustente, meu deus....Uma coisinha de nada, mas com estilo" Francis Ponge
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Parabéns Dunga
A campanha daquela Copa foi horrível, e sem a minha influência, talvez apenas a do pensamento, nomearam o período de "Era Dunga", embora ele não fosse o único mala daquele bando. E Seleção Brasileira, também morreu para mim. Nunca mais torci como antes.
Na Copa de 94, quem aparece de capitão ? Ele, Dunga. E o futebol foi fraquinho. Fraquinho e voluntarioso. A cara dele. O tal "futebol de resultados". Dunga se redimiu aos olhos de parte da imprensa. Nem dei bola, tinha pego minhas bandeiras imaginárias e escolhidos outras "escolas" futebolísticas. Não me ufano.
Na Copa de 98 ele deu uns tapas no chorão do Bebeto e muitos acharam ótimo, faltou distribuir tapas em outros mas, e a coragem ? Bater no Bebeto "Chorão" até eu. A justificativa, é de que ele era "um líder". Prefiro ficar longe de líderes assim.
E agora Dunga é o campeão das eliminatórias da América do Sul, campeão da Copa América e da Copa das Confederações e com muitas chances de ganhar um título, que Telê Santana, tentou por duas vezes com chances, com futebol melhor e material mais qualificado, e não conseguiu.
Parabéns Dunga, Boa Sorte. Não perdi meu tempo vendo o jogo contra a Venezuela. Estava secando o Uruguai. Parabéns, se é que você me ouve. Não espero muito mais que isso. Você ressuscitou mas, meu amor pela Seleção, ainda não. E você em parte tem culpa.
em tempo: Galvão Bueno, para mim um dos baluartes resistentes da "Era Dunga", e seus asseclas, no programa no pós jogo no Sportv, começaram à fritar o Dunga. Os muitos empates em casa, merecem uma "análise melhor" segundo parecer do pessoal. Dunga, acho que você tem uma chance comigo. Essa turminha do Galvão, é pior que você.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Domingueira
para o meu vizinho de bom gosto, Romão, Tãnia , as crianças domingueiras e ELA
mercado, feira, pastel de feira, caldo de cana, chinelo, bermuda, seleção brasileira de futebol, nem pensar, livro, filme em dvd, uma olhadinha para ela, um ajudazinha nos afazeres domésticos, vozes de crianças, soltas pelos pais, para aproveitar o sol de primavera (?). leitura de e-mails, um convite do Romão, que reapareceu, ueba !!!!, outra olhadinha para ela, outra ajudazinha com as louças, Dunga, who is he?. uma passadinha no blog da Tãnia, e a "danadinha", não me faz, um hai-kai porreta ? me remeteu à Marcel Proust, claro por conta de Madeleine. Ela estava ouvindo, ou comendo madeleine ? mais chic ainda. Aí meu único vizinho, que dá para acompanhar sua trilha musical de fins de semana, mandou uma das antigas e desconhecidas de Natalie Cole, La Costa. Tudo para combinar com o e-mail do Romão, domingo de primavera (?), as olhadinhas para ela, cada vez mais madura e bonita, as crianças aproveitando o sol no condomínio, e o quase hai-kai da Tãnia. Bolívia ? Onde fica ?
Tãnia, vou "samplear"
I'm all right
Tempo frio de primavera lá fora
Escrevendo ouvindo Madeleine, chic
Espero chegarem prá compartilhar uma sopa
de feriado chuvoso e aconchego
Good things
Eu espero o sol voltar.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
O que bastava

Me bastava um esbarrão em Eva Mendes na Madison Avenue. E depois das desculpas pedidas, tentaria uma conversa de futilidades. Sobre como ela fica linda em qualquer foto. Sobre como aquela foto dela para a campanha da PETA(People for the Ethical Treatment of Animals), ficou demais mas, eu não poderia colocá-la no meu blog, e depois disso pediria que ela me ensinasse o melhor caminho até Grand Central Station.Me bastava ser assistente de estúdio de John "Buttman" Stagliano, ou estar na mesma barraca de beira de estrada, quando chegou Darcy Ribeiro, fugido do hospital e do tratamento do câncer e pediu um caldo de cana.
Bastava um pouco da elegância de Booker T, quando flano despretencioso, pelas ruas da cidade ao encontro dela, nestes fins de tardes primaveris.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Cinegrafistas amadores
Tenho pensando muito no Romão nos últimos dias, e só tomei conta do motivo, quando no sábado meu irmão me confirmou, era aniversário de casamento dele. E no casamento do meu irmão, o Romão levou seu "equipamento". Deu o microfone na minha mão e saiu gravando. Sei lá, foi uma baita performance e meu irmão tem a fita até hoje e vai transformá-la em dvd.
Romão então seria um, digamos, cinegrafista amador ? Talvez fosse. Mas, era, raça e graça, vontade e inteligência, só o "equipamento" era amador.
Penso no estrago que teria feito com as tecnologias de hoje. Um helicóptero, por exemplo. Os cinegrafistas de hoje, para conseguirem boas tomadas, e acharem uma invasão, o ângulo certo, na hora certa, para o telejornal certo,precisam de um. Que amadorismo hein ? bons equipamentos, veículos caros para a locomoção e o Jornal Nacional "comprando" teu trabalho.
O "cinegrafista amador", podia ter chegado antes, faminto por "justiça" que é. E ter perguntado ao administrador da Fazenda Cutrale, se a área não pertence ao Estado, e foi grilada pela empresa que mais vende suco de laranja para o exterior, tem processos trabalhistas, até com suspeita de trabalho escravo, e processos penais. O caráter dos envolvidos na ação, do helicóptero não tem zoom que alcance. O Romão com o "equipamento" dele, teria visto. A inteligência e a vontade cria argumentos melhores que o preconceito.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Pitacos esportivos

Aquela modorra do domingo já estava instalada. Ainda mais com um domingo nublado, uma falta de sono por conta da insônia.Piorou ao saber quem seria o entrevistado do Canal Livre da Band. Aí decretei, que o domingo televisivo terminava ao apito final do Fla x Flu.
Mas dois brasileiros, meninos arteiros, safos, Wagner Love e Adriano, me tiraram da ressaca futebolística que se instalou em mim desde sábado à noite. Dois negros, mulatos, sem raça, agora. Meninos das periferias brasileiras, tendo no futebol sua única chance. Dois meninos que me fizeram ligar para meu irmão Ruy e decretar nossa quase desistência, ao insistente jogo descerebrado, do técnico Mano Menezes, que se entrega às armadilhas dos adversários em visita ao Pacaembu. E uma já sólida constatação, Muricy é do ramo e Wanderley Luxemburgo está desgastado.

Patético

Até a Teca, aquela que ainda me atura, e que não entende nada de futebol, mas conhece e gosta de um jogador ou outro, sabe que um sujeito feliz realiza melhor seu trabalho, e que ele, pode ser feito da maneira mais simples e sem soberba. E ela, Teca, aquela que ainda não me deu cartão vermalho, sabe cantar junto com a torcida do Flamengo, "eu só quero é ser feliz..."
sábado, 3 de outubro de 2009
Musica para sacolejo

O brasileiro que encosta o umbigo no balcão da padaria ou dos botecos, tem suas teorias. São muitas e abrangem várias áreas.
Enquanto saboreia os petiscos, com uma boa pinga, uma cerveja gelada, ou um guaraná, que não deixa a Coca-Cola ser líder dos refrigerantes por essa terra varonl,fala sobre as tsunamis no extremo oriente, sobre a primavera fria, o vazamento da prova do Enem, o desemprego nos EUA, a Bolsa brasileira se mantendo firme, o aumento de vendas dos carros, a Marina Silva no PV e seus desbobramentos para 2010, a presença do Demétrio Magnoli no Jô Soares, o choro de Fátima Oliveira, uma das amigas do Jô na quarta, por conta do vídeo de apresentação da delegação brasileira em Copenhague, da frustração de Obama, da sorte de Lula e do novo (?), disco de Maria Bethania, novela nova da Globo, e a enjoada Taís Araújo, filhos extra casamentos de Ronaldo, a saia da vizinha do bloco 12. Sobre tudo um pouco, ele tem suas teses.
Mas uma tese bem popular do brasileiro, versa sobre o sujeito que tem filhas bonitas. Se diz que o sujeito bebe água da boa. No caso aqui, o Sr. Mattew Knowles, pode agradecer ao saneamento básico de Houston, Texas, ele é pai dessas duas aí. Uma tal de Solange, modelo e cantora e outra tal de Beyoncé, cantora e atriz,a Sabesp deles merece os parabéns do brasileiro dos botecos e cheio de teses.
Atualizando: Por parecer com uma Fátima, também economista e etc... eu sempre chamo a Flávia Oliveira, da Globo News, amiga das quartas do Jô Soares, de Fátima. Erro sempre.


